|
Terça-feira, Abril 27, 2004
Ouvindo Billie Holiday e cantando junto.
Como eu não fumo, acendo um incenso.
Tanta coisa pra me arrepender do que eu fiz e falei hoje sem pensar (eu não desejo a minha TPM a ninguém), que eu prefiro nem escrever nada para não ter que deletar depois.
I'll never be the same
Stars* have lost their meaning for me
I'll never be the same
Nothing's what it once used to be
And when the sun-birds that sing
Tell me it's spring
I can't believe their song
Once love was king
But kings can be wrong
I'll never be the same
There is such an ache in my heart
Never be the same
Since we're apart
Though there's a lot that a smile may hide
I know down deep inside
I'll never be the same
Never be the same again
I'll never be the same
Never be the same again
* Na versão em que a Billie canta, ela diz "Guys have lost their meaning", em vez de "stars"... mas a primeira que eu ouvi era com stars. E, cá entre nós, é bem mais poético.
10:16 PM
Segunda-feira, Abril 26, 2004
Não tem nada que me deixa mais puta do que se alguém insinua que eu sou irresponsável. Nada. Odeio bronquinhas desnecessárias, olhares de reprovação, discursinhos, joguinhos de consciência. Eu sei que nunca fui de estudar montes todos os dias (claro que eu não estou incluindo o período do cursinho aqui), que entre um livro de teoria e um que me dê prazer, eu sempre escolho a segunda opção (mesmo em véspera de prova)... mas eu sei muito bem das minhas responsabilidades, e cumpro todas direitinho.
Minha consciência já me tormenta diariamente, eu não preciso de ninguém pra ficar buzinando na minha orelha o que eu tenho de fazer ou deveria ter feito. Principalmente com relação aos meus estudos. Hmpf.
10:45 PM
Sábado, Abril 24, 2004
Fui à Bienal do Livro hoje com a Babi-pik, a Lia e o Diego. Sim, eu já sabia das filas, que os livros não estavam mais baratos do que nas livrarias... a experiência do ano retrasado já tinha sido traumática o suficiente. Mas eu tinha um motivo plus para ir este ano: a palestra do Zuenir Ventura.
Eu conheci o Zuenir no NoMínimo, o meu site jornalístico preferido. Mas nunca tinha sido fã. Tanto que trombamos com ele várias vezes em Parati, e eu nem fiquei tão entusiasmada.
Mas eu li Chico Mendes -- Crime e Castigo este ano, e me apaixonei. Não só pela história, que é fascinante de todas as formas, mas pelo jeito dele de escrever, que parece beirar bastante a estrutura de crônica.
O Zuenir escreve como quem tá sentado na varanda, descalço, contando a história para uns amigos bem íntimos. E a primeira parte do livro é uma compilação de reportagens, mesmo, logo após a morte do Chico. Ou seja, ele faz jornalismo assim. Sem esses padrões de lead, pirâmide invertida, e tudo isso que te impede de contar as coisas do jeito que você quer.
Bom, logo depois eu terminei o livro, resolvi mandar um email para ele, pra contar o quanto tinha gostado. E (!!) ele me respondeu! Em menos de meia hora (!!!).
É bom demais quando alguém que você admira bastante retribui este carinho. Não, eu não acho que é obrigação do artista / escritor / famosos em geral serem simpáticos com todo mundo que atravessa os seus caminhos. São pessoas normais, têm saco cheio às vezes, crises, momentos de introspecção... e fã sabe ser bem chato de vez enquando. Mas, pelo menos para mim, a parte do fã também não é muito confortável. Eu fico super tímida no momento da abordagem, de confessar a admiração pela pessoa.
. . .
A palestra foi fantástica. O tema era "Jornalismo Literário", e foi dada não só pelo Zuenir Ventura, mas também pelo Humberto Werneck e pelo Matinas Suzuki. Não vou fazer um tratado sobre o que foi discutido... mas posso dizer que foi uma reviravolta incrível no meu desânimo com a profissão. Mas outra hora eu falo mais disso.
Quando terminou a palestra, eu fui (aimeudeus) pedir pro Zuenir autografar o meu livro. Ele foi tão, tão pikeno... eu falei do email, e ele se lembrou (ou fingiu que se lembrou). Escreveu assim:
Paula querida: que bom esse nosso reencontro de verdade. Um beijo carinhoso, Zuenir.
. . .
Depois nós fomos passear um pouquinho nos estandes, e eu acabei comprando um livro que eles tinham comentado na palestra, o Fama e Anonimato, do Gay Talese, também da coleção Jornalismo Literário da Companhia das Letras. A Babi tinha lido um capítulo dele pra faculdade, e, mais tarde, falando com o Ivan, fiquei sabendo que a Mitika (minha professora de História do Jornalismo, que sempre dá ótimas bibliografias) tinha recomendado. Saiu até um ensainho na seção Rato de Livraria do NoMínimo sobre o livro, olha só. Ótima aquisição.
10:35 PM
Sexta-feira, Abril 23, 2004
Just a perfect day...
Recebi a prova da Cultura da semana passada e fui muito mal, mesmo. Daí vim voando pra USP pra fazer minha matéria sobre a "Semana de Estudos Clássicos". Sem um pingo de ânimo. Mas, já tinha faltado ontem no Espanhol pra fazer a entrevista, tinha vindo pra cá (em vez de cortar o cabelo ou ficar estudando inglês)... fiz. Ó-quei. Tinha até hoje a tarde pra entregar, só que o professor precisa revisar a matéria antes de ir para o ar. Como não o encontrei, liguei no seu celular... bem, ele estava indo viajar (!). Falou que não tinha problema (!!), que a nota pela matéria estava garantida (!!!), mas que não ia dar pra mandar pra agência. Great. Que medo do que me resta de dia ainda.
4:09 PM
Sábado, Abril 17, 2004
Meu computador pifou. Ele inteiro, não, só o monitor -- falo isso como se eu pudesse fazer qualquer coisa sem o monitor.
Neste momento estou postando diretamente de uma lan house que tem perto da minha casa, cercada de moleques de 13 anos que se sentem muito manos.
Não, o vício não é tão grande assim... é que eu estava esperando um email da Faculdade de Educação -- que não chegou -- e, já que estou pagando por uma hora inteira...
. . .
Minha mãe foi pra Cananéia com a galera da faculdade. Pra quem não sabe, minha mãe é super descolada e estuda Gestão Ambiental. E minha casa fica muito vazia sem ela. Meu pai e minha avó ficam o dia inteiro me perguntando se ela já ligou, neurose. Mas ela ligou agora há pouco... contando que já fez umas trilhas, que estudou uns ecossistemas... minha mãe é phodum.
. . .
Fazia tempo que eu não tinha um momento all by myself aproveitável. Desde ontem já li bastante -- textos de Literatura Comparada e o livro do Tony --, acendi incenso, ouvi CDs do Vinicius repetidamente e dormi horrores.
. . .
O CD do Vinicius com a Odette Lara (que era atriz, mas tinha uma voz linda, e o Vinicius tinha um faro incrível) que o Gui foi o mais ouvido de ontem pra hoje.
Além do amor
Vinicius de Moraes e Baden Powell
Se tu queres que eu não chore mais
Diga ao tempo que não passe mais
Chora o tempo o mesmo pranto meu
Ele e eu, tanto
Que só para não te entristecer
Que fazer, canto
Canto para que te lembres
Quando eu me for
Deixa-me chorar assim
Porque eu te amo
Dói a vida
Tanto em mim
Porque eu te amo
Beija até o fim
As minhas lágrimas de dor
Porque eu te amo, além do amor.
É, o amor pode ser horrível, possessivo, doentio. Ainda bem que eu não estou sentindo nada disso. Horrível isso de querer que outro sofra de te fazer sofrer, de quase pedir a pena...
Não estou sentindo isso. Mesmo.
5:35 PM
Terça-feira, Abril 13, 2004
Como Dizia o Poeta
Toquinho e Vinicius de Moraes
Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Não há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não
. . .
Acabei de comprar mais um CD no Neto Discos (que ainda vai me levar à falência com esses CDs indefectíveis do Vinicius). Este é um com Toquinho e Bethania... e eu estava merecendo, sério.
A música, obviamente, não foi escolhida à toa. Quem quiser, que leia nas entrelinhas (quando eu era pequena, achava que era "ler nas estrelinhas, hihi).
Ih, e não tô triste, não... "porque a vida só se dá pra quem se deu, pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu"...
. . .
Ei, vocês duas... eu tô bem, mas eu ainda quero colo.
. . .
Fui no lançamento do livro com os Cem menores contos do mundo, pra prestigiar o meu amigo Tony. Mas alguém, que me acompanhou, teve uma felicidade extra, de conhecer o Bonassinho... né, não? Queria que vocês vissem o sorrisão...
1:00 AM
Sexta-feira, Abril 09, 2004
TdP Drops.
(porque notícia personalizada é outra coisa)
[e eu adoro a expressão "outra coisa", porque não quer dizer coisa nenhuma]
Para Babi-pik, Maricota, Mqt, Lia, Nat, etc...
Harry Potter e a Pedra Filosofal foi traduzido para grego arcaico. O tradutor-com-paciência-fenomenal é o professor inglês aposentado Andrew Wilson, que afirma ser este o maior texto escrito na língua desde o século 3.
Fonte: Superinteressante, Abril de 2004
Para mim, pro Edu e pra todos os sem-noção que me acham parecida (fisicamente!!) com o Pequeno Príncipe
Depois de 60 anos, foram encontrados os restos do avião com o qual desapareceu Antoine de Saint-Exupéry em 31 de julho de 1944, quando partia de Córsega para Provença. Ainda não há pistas do motivo da queda. Além do clássico-must-read-infantil O Pequeno Príncipe, Saint-Exupéry também ficou famoso pela obra Terra dos Homens, em que conta algumas de suas aventuras como aviador.
Fonte: Folha de S.Paulo, 8 de abril de 2004.
3:33 PM
na cozinha.

12:44 PM
Quarta-feira, Abril 07, 2004
e além disso se via da janela
um cantinho de céu e o redentor...
Uma das primeiras lembranças que eu tenho do Gui foi uma cena na fila do bandejão, no comecinho do ano passado. Ele me perguntou se eu conhecia a Maria Creuza, e fez um escândalo quando eu disse que sim... e falou algo como "você é a primeira pessoa com menos de 50 anos com quem eu posso conversar sobre Maria Creuza!".
Eu não conhecia tanto assim... sabia que ela era a preferida do Vinicius, e tinha algumas gravações, incluindo "Eu sei que vou te amar" com o Soneto da Fidelidade. Mas o Gui já tinha vários LPs dela, alguns CDs... me apresentou uma porção de coisas.
Em julho nós encontramos numa lojinha na Augusta o CD "En la fusa -- Vinicius de Moraes, Toquinho e Maria Creuza", e eu, o Silas e o Guilherme compramos. Virou logo um dos meus preferidos, ouvia o tempo todo...
Há pouco tempo ele descobriu que a Maria Creuza não só estava viva (eu não sei de onde ele tinha tirado que ela tinha morrido!), mas que cantava semanalmente no Bar Vinicius de Moraes, em Ipanema. A gente não podia perder, né? Planejamos direitinho e fomos!
Rua Nascimento Silva, 107
Você ensinando pra Elizeth
Canções de "Canção do Amor Demais"...
Saímos de São Paulo quase às 14h de sábado. Eu tinha que assistir a uma palestra no Fórum Mundial da Educação para a Aun, e eles (Gui, Silas, Lia e Thiaguinho) foram me buscar lá no Anhembi. Chegamos no Rio às 19h. Nos perdemos pela primeira vez para procurar a pousada -- um lugar fantástico que o Gui tinha achado... perto do Projac (sabe a pqp? uns dois quarteirões pra frente) e por apenas R$16 a diária -- e não achamos. Desistimos, fomos comer uma pizza (que nem tava tão ruim assim, mas foi execrada em praça pública por um punhado de paulistanos mal-acostumados), heregemente acompanhada por um pires cheio de sachês de catchup. Depois, pesamos se compensava irmos daquele jeito (sujinhos) para o show, ou se era melhor irmos no domingo. Lógico que optamos por ir no sábado mesmo... e a vontade?? Demos uma garibada (lavadinha no rosto, troca de havaianas por sapato), e pronto!
Encontramos logo o Bar Vinicius de Moraes, na Rua Vinicius de Moraes, a três (!!!) quarteirões da Rua Nascimento Silva, que ficou pra posteridade com a música "Carta ao Tom 74", onde o Tom morava. Tínhamos uma diferença de pelo menos 20 anos de todas as pessoas dentro daquele bar -- minúsculo, felizmente. Tinha um cara tocando MPB, muito bem, por sinal, antes dela chegar.
Lembra que tempo feliz, ai que saudade
Ipanema era só felicidade,
era como se o amor doesse em paz...
Aí ela chegou... roliça, como nós já sabíamos que ela estava. Mas as mudanças não pararam por aí. A voz da Creuzinha continua linda, mas não é mais para grossa e rouca, como costumava ser. E o arranjo... ai, isso foi a catástrofe. Tinha um cara com um tecladinho anos 80, que achava que sabia fazer o backing vocal e ficava fazendo algo como um bobobobababa, que só estragava a música. Não! Não! Não foi ruim!!! Ela continua fantástica no palco, reluzente, e, poxa... ela cantou quase só Vinicius! A melhor parte, contudo, foi o fim... quando demos um "jeitinho" de falar com ela. Ela é uma fofa, simpaticíssima. Se espantou com a quantidade de LPs e CDs do Gui para autografar, tirou foto com a gente... abraçou (com os mesmos bracinhos que já abraçaram o Vinicius tantas vezes! Como não pensar nisso??)... ai, ai. Viver vale a pena.
Maria Creuza gordinha (compare com a foto ali de cima,
dos quadrinhos). O tecladista-backing-vocal-sem-noção é este aí
à esquerda. Nós estávamos ali, atrás dele... a menos de 3m dela.
E, meu amigo, só resta uma certeza
É preciso acabar com essa tristeza,
É preciso inventar de novo o amor...
O resto do fim de semana (com direito a um chorinho de segunda-feira) foi só de praia e comilanças -- sem contar o estrado da cama que quebrou, a descoberta da madeireira que começa a funcionar às 7 da manhã ao lado da pousada,o cara que tentou arrombar a porta, os milhares de bloqueios policiais por que passamos, e as havaianas roubadas do Guilherme.
Tomamos sol em Copacabana, na Barra, conhecemos a vista chinesa da floresta da Barra, comemos doce no Cafeína, e, no último dia fomos conhecer a famosa Confeitaria Colombo, no centro do Rio. É linda, onde se reunia a nata da belle époque carioca... e comemos mais doce!
Algumas impressões sobre o Rio (de uma paulistana que não conhecia nada e pretensamente sem preconceitos): a gente ouve tanta coisa sobre a violência da cidade, que acaba ficando neurótico. Em São Paulo é tudo (quase) igual e a gente anda pra lá e pra cá sem pensar nisso... a maior besteira. Como eu mesma sempre falo (auto-citação é o cúmulo!), perigoso é viver. A pobreza, ao contrário do que se fala, é menos misturada que em São Paulo. Os cariocas são lindos, musculosos, bronzeados. Ipanema é um dos lugares mais moráveis que eu já conheci. Lá, todo mundo sabe que você é de São Paulo, é só bater o olho. Não tem essa de "carioca é simpático, paulista é cara fechada"... vi muito carioca mal-educado, na mesma proporção que aqui.
. . .
Ninguém além da Babi (que errou) tentou acertar a Senha de São de Açúcar... ninguém gosta de sorvete de limão?? Pode ser de outra fruta, óquei...
. . .
Eu ganhei uma luminária!!! Linda, enorme, parece um microfone de palco! Ela fica no chão, e é totalmente ajustável!! Modernosa!!! AAAHHHH!!!! Posso ler até quanto me der na telha, agora! Uma carta de alforria, praticamente! ;)
12:04 AM
Sexta-feira, Abril 02, 2004
Senha de São de Açúcar
A verdade é que eu já não tenho muita vontade de escrever aqui. Meus posts são sem graça, eu perco um tempo danado pensando nas fotinhos que eu vou pôr, num jeito legal de contar o meu dia, mas fica muito pouco interessante. Parece uma espécie de assessoria de imprensa pessoal, um lugar onde os meus amigos podem saber o que tá acontecendo na minha vida quando faz tempo que a gente não se fala. A idéia parece até legal, mas a verdade é que o blog só me satisfaz realmente quando eu não tenho nada melhor pra fazer.
E o pior é que, quando se assume um compromisso destes (compromisso??), fica-se meio preso. Eu fico preocupada em postar alguma coisa legal, interessante e original praquelas pessoas que eu sei que me incluem no seu tour bloguístico todos os dias... mas não está sendo assim tão interessante para mim. A internet como um todo, na verdade.
Eu ando carente, carente de verdade. E não é a TPM (porque ela acabou anteontem). Eu estou precisando de telefonemas, de emails para mim (e não forwards, ou emails para os grupos) e, principalmente, contato. Tô, sim, atolada de coisas pra fazer, sem tempo nenhum... e é por isso mesmo que eu queria aproveitar este tempinhozinho que sobra pra fazer o que realmente me dá prazer. E o que me dá prazer é fugir em plena segunda-feira para almoçar com as minhas pikenas no Speedy, é conhecer músicas que entram para o hall das preferidas à primeira ouvida, é ficar corrigindo redação até de madrugada e perceber que tem gente que só precisa de um empurrãozinho para desabrochar, é assistir a um filme lindo e só perceber o rosto molhado quando as letrinhas começam a subir, é receber meus amigos em pleno domingo à noite (no auge da minha carência) para dar risada e comer bolo.
Não, não tô dizendo que minha vida não tem sido prazerosa, muito pelo contrário. Estou apaixonada por algumas matérias (História e Estética da Fotografia, Literatura Comparada, Fotojornalismo), o Redigir só tem me feito bem... e o yoga tem me ajudado muito a desenvolver algumas habilidades que eu nunca tive, como a concentração, a calma e a persistência. Mas, eu estou com essa necessidade de sentir as pessoas queridas próximas, de saber quando se lembraram de mim... vontade do chá de frutas vermelhas de madrugada com o Silas, da fofoca antes do inglês com o pessoal, dos eventinhos gastronômicos com o pessoal do cursinho, dos passeios sem-noção com o pessoal da faculdade.
. . .
Não, o blog não vai acabar. Mas, no momento, ele não está mais cumprindo os propósitos que eu planejei pra ele... por minha falha, é claro... mas é assim. Vai ficar aqui, quando eu quiser contar alguma coisinha, eu venho aqui e conto.
. . .
A Babi com a sua criatividade invejável, fez um blog novo, com um propósito completamente diferente. Ela vai publicar algumas fics (ó-quei, perguntem pra ela o significado exato disso) com pessoas de verdade, relacionadas a ela. A primeira ficou fantástica, com a gente daqui a cinco anos... não deixem passar!
. . .
O primeiro de abril na França é chamado de poisson d'avril (que significa "peixe de abril"). Quem me explicar o porquê ganha um picolé de limão.
. . .
Ganha outro picolé de limão quem descobrir por que o título desse post é "Senha de São de Açúcar". Ah, Maricota, vc não pode participar do concurso.
. . .
Algumas coisas que eu descobri, amei, e recomendo:
No dia em que eu vim me embora, com o Caetano;
É de manhã, com a Bethânia;
Canção do sal, com a Elis;
a trilogia A liberdade é azul, A igualdade é branca e A fraternidade é vermelha, do Kielowsky.
9:56 PM
|
FocoFocas
La Mentira
Momentos de Epifania
La Vie en Rose
Sintonia
Tudo a resolver na prática
BioCava
Guli
Pqna
Blue Notes
Spoiled
Autopsicografia
Observatório da Palavra
O Guarda Livros
Minhas Letras
Caixa de Pandora
Alice Chebel
Only a Girl
Em Português
Pat na Amazônia
O Mentiroso
Blowg
Além das Aparências
Sorvete de Casquinho
Multi-uso
Nada Irônico
Descafeinado, por favor
Dor na veia
Genérico Incolor
Sutil como um paquiderme
Bibi fonfon
O Gorfo
Projeto Redigir
No Mínimo
Observatório da Imprensa
Comunique-se
Superinteressante
Carta Capital
Página de Zadoque
Site da Garota
bAbel
Macondo
Vinícius de Moraes
Pablo Neruda
Margin
Suco
Utopiedade
julho 2003
agosto 2003
setembro 2003
outubro 2003
novembro 2003
dezembro 2003
janeiro 2004
fevereiro 2004
março 2004
abril 2004
<< e agora??
|